Abaixo link para acessar uma página na internet repleta de jogos e testes matemáticos de fácil acesso e interessante para o aprendizado dos alunos nas diversas séries. Além dos jogos, este site possue também textos relacionados a matemática, listas de exercícios para o Ensino Médio, links para baixar softwares e muito mais. Vale a pena conhecer.
http://sites.google.com/site/gilmaths/jogos-matem%C3%A1ticos-em-flash
Bom trabalho a todos.
sábado, 28 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
As três peneiras
Recebi este texto da coordenadora da EE Edgard Cajado, P.C. Esmeralda. Achei extremamente interessante e apropriado. Leiam com atenção e divulguem...
As três peneiras
Olavo foi transferido de projeto, logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta;
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe apartou:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não. Não tenho não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que...
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, chefe – diz Olavo, assustado.
- Então, - continua o chefe – sua história vazou a segunda peneira.
- Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar – fala Olavo, surpreendido.
- Pois é Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? Diz o chefe e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta- ao crivo destas três peneiras: VERDADE – BONDADE – NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS, PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS, PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.
Autor desconhecido.
Bom trabalho a todos.
As três peneiras
Olavo foi transferido de projeto, logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta;
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe apartou:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não. Não tenho não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que...
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, chefe – diz Olavo, assustado.
- Então, - continua o chefe – sua história vazou a segunda peneira.
- Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar – fala Olavo, surpreendido.
- Pois é Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? Diz o chefe e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta- ao crivo destas três peneiras: VERDADE – BONDADE – NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS, PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS, PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.
Autor desconhecido.
Bom trabalho a todos.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
INTRODUÇÃO S.A.1 7ªS V2
Com relação a situação de aprendizagem 1, do caderno 2 da sétima série, sugiro que se faça uma introdução histórica. Explicar aos alunos que a sobrevivência e conseqüente evolução da espécie humana foi favorecida, entre outros o fato dos seres humanos conseguirem fazer previsões, como por exemplo estocar alimentos para a época de escassez. Segundo historiadores, pode este ter sido o que diferencia o Homo-sapiens dos Neandertais, prevalecendo o primeiro em detrimento da extinção do outro...o uso da imaginação!
O desenvolvimento da agricultura e consequentemente a fixação do homem em um território, transformando-o de nômade a sedentário, se deu justamente a essa capacidade de previsão. Observando a natureza, pode perceber que em determinadas épocas as árvores frutificavam, o clima mudava, ocorriam cheias nos rios, etc, obedecendo sempre um mesmo padrão de repetição. Isso possibilitou a criação de calendários, muito úteis para a agricultura.
Portanto, encontrar padrões é importante para podermos prever acontecimentos futuros. Para isso, a Matemática se apresenta como uma poderosa ferramenta, onde utilizando letras para representar números desconhecidos que se comportam dentro de um determinado ritmo previsível, pode-se então criar fórmulas que representem este comportamento.
Um texto interessante para contextualizar esse assunto é “Álgebra das Profissões”, presente neste Blog. Por exemplo, com relação à fórmula utilizada pelo pediatra para determinar se altura de uma criança está dentro da normalidade, lembrando é claro que está fórmula leva em consideração que esta medida que refere a uma maioria embora possam ocorrer variações, é a seguinte:
Y = 5,7.x + 81,5
X é a idade da criança entre 4 a 13 anos;
Y é a altura da criança em centímetros.
Pode o professor fazer uma experiência com os alunos medindo suas alturas e comparando com a fórmula. Agora sim, podemos entrar na situação de aprendizagem 1 onde os alunos deverão ser instigados a descobrir as fórmulas que representem as sequencias (padrões) nas atividades.
Bom trabalho a todos.
Fonte
http://blog48horas.blogspot.com/2009/02/no-tempo-das-cavernas-homo-sapiens-e.html
segunda-feira, 11 de abril de 2011
DO MICRO AO MACRO
Vídeo muito interessante que pode ser usado para conextualizar as potências de 10 e justificar a utilização da notação científica. Esse assunto aparece no caderno da 7ª série, v-1.
Um bom trabalho a todos.
Um bom trabalho a todos.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
PROJETOS
Abaixo link para um blog com diversos projetos voltados à matemática. No dia 16/05/2008 têm postados 3 projetos muito interessantes. O primeiro é sobre conversão de unidades, utilizando como contexto...adivinhem...a engenharia. O segundo é um jogo direcionado para a aprendizagem do plano cartesiano que, embora esteja voltado para o segmento EJA, pode ser adaptado aos nossos alunos do ensino regular e o terceiro é sobre tratamento da informação (Estatística), que poderia ser utilizado até como uma atividade extra-classe para nossos alunos do terceiro ano do Ensino Médio.
Espero que possam ser úteis.
http://www.uniblog.com.br/matambiente/
Bom dia (C.M.A) e um bom trabalho a todos.
Espero que possam ser úteis.
http://www.uniblog.com.br/matambiente/
Bom dia (C.M.A) e um bom trabalho a todos.
sábado, 29 de janeiro de 2011
POEMA A CAÍSSA
Para aqueles que apreciam conhecimentos gerais e Xadrez, Caissa é uma Deusa inventada nos "moldes" gregos, no seculo XVIII para ser a musa do Xadrez...
POEMA A CAÍSSA
(Inspirado no poema inglês Caíssa de Sir William Jones, 1763)
Uma Dríade assim tão suave,
Uma pluma que pelos morros levitava,
Um sonho, uma paixão que a todos provocava,
Uma mulher diferente, um ser encantador,
Um sorriso e um modo que envolvia
A todos com Seu ar perturbador.
Uma fêmea que em tempo frio
Impregnava de suores o lençol do Trácio.
Uma Ninfa a perseguir leve e inocente
A selvagem gazela no trotar macio,
Com a graça e beleza, que admirava a gente
Que tal dádiva vivesse no Oriente.
O seu “não” era um “talvez...”,
Talvez, o seu “quem sabe”, fosse um não.
O seu “sim” era o tal sorriso,
Que a fazia parecer de um anjo encarnação.
Mas rejeitava solene o himeneu,
E a um guerreiro apaixonado prometeu
Que seu coração a ninguém jamais seria dado!
Dito e feito. Disso nunca arrependeu.
Por sobre as pedras e areias dos vales e montanhas,
A sua beleza e nome, em fama, se alastraram.
Muitos homens secavam por carinhos Seus,
Enquanto outros por Seus beijos suspiravam.
Até que um dia, na olímpica Assembléia Venerada,
Por justa indicação de Marte e Zeus,
Como Deusa, Caíssa a Fada foi entronizada.
POEMA A CAÍSSA
(Inspirado no poema inglês Caíssa de Sir William Jones, 1763)
Uma Dríade assim tão suave,
Uma pluma que pelos morros levitava,
Um sonho, uma paixão que a todos provocava,
Uma mulher diferente, um ser encantador,
Um sorriso e um modo que envolvia
A todos com Seu ar perturbador.
Uma fêmea que em tempo frio
Impregnava de suores o lençol do Trácio.
Uma Ninfa a perseguir leve e inocente
A selvagem gazela no trotar macio,
Com a graça e beleza, que admirava a gente
Que tal dádiva vivesse no Oriente.
O seu “não” era um “talvez...”,
Talvez, o seu “quem sabe”, fosse um não.
O seu “sim” era o tal sorriso,
Que a fazia parecer de um anjo encarnação.
Mas rejeitava solene o himeneu,
E a um guerreiro apaixonado prometeu
Que seu coração a ninguém jamais seria dado!
Dito e feito. Disso nunca arrependeu.
Por sobre as pedras e areias dos vales e montanhas,
A sua beleza e nome, em fama, se alastraram.
Muitos homens secavam por carinhos Seus,
Enquanto outros por Seus beijos suspiravam.
Até que um dia, na olímpica Assembléia Venerada,
Por justa indicação de Marte e Zeus,
Como Deusa, Caíssa a Fada foi entronizada.
PARADOXO DO BARBEIRO
Este paradoxo foi apresentado por Bertrand Russell (1872-1970)
Em um vilarejo, existe apenas uma única barbearia com uma tabuleta do lado de fora que diz:
"Barbeio todos e apenas aqueles homens do vilarejo que não se barbeiam".
A pergunta é: Quem barbeia o barbeiro?
Se ele se barbeia, então entra em contradição pois ele não barbeia homens do vilarejo que se barbeiam...
Se ele não se barbear, então seria "um homem que não se barbeia", portanto poderia se barbear...
Um paradoxo interessante, não acham?
Quem resolve?
Bibliografia:
LIVIO, Mario. "Deus é matemático? Rio de Janeiro, Record, 2010.
Em um vilarejo, existe apenas uma única barbearia com uma tabuleta do lado de fora que diz:
"Barbeio todos e apenas aqueles homens do vilarejo que não se barbeiam".
A pergunta é: Quem barbeia o barbeiro?
Se ele se barbeia, então entra em contradição pois ele não barbeia homens do vilarejo que se barbeiam...
Se ele não se barbear, então seria "um homem que não se barbeia", portanto poderia se barbear...
Um paradoxo interessante, não acham?
Quem resolve?
Bibliografia:
LIVIO, Mario. "Deus é matemático? Rio de Janeiro, Record, 2010.
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